Como calcular RTO/RPO e validar seu backup para promover a continuidade operacional diante de ataques cibernéticos e falhas

Mesmo em operações com alto nível de maturidade digital, a continuidade do negócio depende de um ponto fundamental: saber exatamente quanto tempo sua operação pode ficar indisponível (RTO), quanto de informação pode ser perdida sem comprometer processos críticos (RPO) e, principalmente, validar rotineiramente se os backups realmente podem ser restaurados.

Não se trata de ter a melhor tecnologia, mas sim de combinar boas práticas, testes periódicos e métricas alinhadas ao impacto real da operação.

Neste guia, apresentamos uma abordagem prática para calcular RTO e RPO, validar seu plano de backup por meio de testes de restore e entender como esses elementos fortalecem a resiliência do seu ambiente de TI.

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O que são RTO e RPO e por que esses indicadores são determinantes para a continuidade do negócio

Antes de avaliar soluções ou tecnologias, é essencial compreender dois parâmetros que orientam qualquer estratégia de resiliência operacional: RPO e RTO.

RPO (Recovery Point Objective)

Define o volume máximo de dados que pode ser perdido em caso de incidentes.

Em outras palavras: “Se o sistema falhar agora, qual é a perda de dados aceitável para o negócio?”

  • Processos críticos → RPO de minutos
  • Processos secundários → RPO de horas

Exemplo prático:

Se o seu RPO é de 15 minutos, sua política de backup precisa garantir pontos de restauração dentro desse intervalo.

RTO (Recovery Time Objective)

Estabelece o tempo máximo tolerável de indisponibilidade após uma interrupção.

Ou seja: por quanto tempo a operação pode permanecer inativa sem comprometer resultados, clientes ou SLAs?

  • Operações críticas → RTO reduzido
  • Sistemas de apoio → RTO maior

Exemplo:

Se o seu RTO é de 2 horas, sua solução de recuperação deve restabelecer o ambiente em menos de 120 minutos.

Por que isso importa?

Sem RTO e RPO claramente definidos, mesmo empresas com infraestrutura avançada ficam expostas a riscos como:

  • Janelas de indisponibilidade (downtime) prolongadas;
  • Perda irreversível de dados;
  • Danos financeiros e reputacionais;
  • Risco de não conformidade com padrões regulatórios, incluindo a LGPD.

Como calcular RTO e RPO na prática e aplicá-los no seu plano de backup

A definição de RTO e RPO deve seguir um processo estruturado, semelhante ao adotado por empresas de médio e grande porte que operam ambientes de missão crítica. O fluxo abaixo resume uma metodologia objetiva e eficaz:

Passo 1: identifique os sistemas e processos críticos

Inclua aplicações e plataformas que sustentam a operação: ERP, CRM, bancos de dados, sistemas financeiros, TMS, WMS, ecommerce, data lakes, entre outros.

Passo 2: avalie o impacto da perda de dados

Considere aspectos como:

  • Custo operacional por hora perdida de informação;
  • Impacto na receita, atendimento ao cliente, produção ou cadeia logística;
  • Riscos regulatórios e de compliance.

Passo 3: defina o RPO

Com base nos impactos identificados, determine o intervalo máximo aceitável entre as cópias de dados. Quanto mais crítico o processo, menor deve ser o RPO.

Passo 4: defina o RTO

Avalie quanto tempo de indisponibilidade (downtime) cada sistema pode tolerar sem comprometer a operação. Processos essenciais exigem RTO reduzido e estratégias de recuperação mais robustas.

Passo 5: conecte isso à sua solução de backup

O plano de continuidade precisa combinar:

  • Backup com a frequência adequada ao RPO, e
  • Capacidade de restauração compatível com o RTO, garantindo que o ambiente possa ser restabelecido no tempo necessário.

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A importância de testar a restauração dos backups: como evitar falhas críticas

Um dos pontos mais sensíveis na estratégia de continuidade de negócios é a validação periódica dos backups. Sem testes de restauração, não há garantia de que os dados poderão ser recuperados no momento em que a empresa mais precisar.

Por que testar o restore?

Testes recorrentes ajudam a identificar, antecipadamente, situações como:

  • Arquivos ou blocos de dados corrompidos;
  • Imagens ou sistemas impossíveis de restaurar;
  • Incompatibilidades entre versões, ambientes ou hardwares;
  • Backups incompletos ou com escopo inadequado para os sistemas críticos.

Com que frequência testar?

Boas práticas de governança recomendam validações em cenários como:

  • Periodicidade regular: idealmente uma vez ao mês;
  • Atualizações relevantes: novas versões de sistemas, agentes ou aplicações;
  • Mudanças de infraestrutura: migração de servidores, nuvem, storage ou virtualização;
  • Reorganizações internas: alterações em estruturas de pastas, usuários, permissões ou bancos de dados.

Testar a restauração é o que transforma um backup teórico em um mecanismo efetivo de resiliência operacional.

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Prepare sua operação para imprevistos: práticas essenciais de recuperação de dados e testes regulares

Para manter a continuidade operacional diante de incidentes como ransomware, falhas de hardware ou erros humanos, é fundamental contar com uma estratégia de proteção de dados estruturada. Entre os elementos indispensáveis, destacam-se:

  1. Backup automático e incremental: reduz a utilização de armazenamento e registra alterações com rapidez e eficiência.
  2. Criptografia avançada: proporciona confidencialidade, conformidade regulatória e proteção contra acessos indevidos.
  3. Processo de restauração validado: garante que o RTO definido seja efetivamente cumprido, mesmo em cenários críticos.
  4. Armazenamento seguro e escalável em nuvem: reduz riscos associados a dispositivos locais e amplia a resiliência da infraestrutura.
  5. Relatórios e auditorias: fortalecem a governança, facilitam análises e comprovam a integridade dos processos.

Esses pilares sustentam uma operação preparada para responder rapidamente a incidentes e manter a disponibilidade dos sistemas essenciais ao negócio.

Backup Savebox da CCM: proteção incremental, criptografada e alinhada às exigências de ambientes críticos

O Savebox, solução de backup empresarial da CCM, foi desenvolvido para atender organizações que demandam alto padrão de segurança, desempenho e governança.

Entre os principais recursos, destacam-se:

  • Criptografia em trânsito e em repouso;
  • Backup incremental automático;
  • Restauração ágil;
  • Armazenamento em nuvem no Brasil;
  • Autonomia total do cliente para gestão e agendamentos;
  • Painel intuitivo e de fácil gestão;
  • Suporte local e especializado, assegurando resposta rápida em cenários críticos.

Além disso, o Savebox:

  • Protege arquivos, servidores, bancos de dados e sistemas;
  • Escala conforme o crescimento da operação;
  • Atua conforme os requisitos da LGPD;
  • Oferece custo acessível sem comprometer a confiabilidade.

É uma solução projetada para fortalecer a continuidade do negócio e mitigar riscos associados a ataques, falhas de infraestrutura e indisponibilidade.

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Conte com a CCM para fortalecer sua estratégia de continuidade operacional

Ter um backup configurado é simples. Ter um backup confiável, alinhado ao seu ambiente e capaz de restaurar rapidamente em situações críticas é o que realmente faz diferença para a continuidade da operação.

A CCM oferece uma abordagem completa para promover resiliência e segurança:

  • Diagnóstico completo do seu ambiente;
  • Definição de RTO e RPO alinhados às necessidades do negócio;
  • Implantação do Savebox com boas práticas de segurança e governança;
  • Testes de restauração regulares;
  • Suporte próximo com especialistas em infraestrutura e proteção de dados.

Com a CCM, sua empresa avança de um backup básico para uma estratégia robusta de continuidade, preparada para responder a incidentes com eficiência e previsibilidade.

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