Podemos resumir a atuação de uma rede VPN como uma rede privada em meio a toda rede pública, ou seja, a internet. VPNs são responsáveis por criar um túnel criptografado, fazendo uma ponte entre um computador origem com o servidor de destino. Dessa forma, é possível fazer uma navegação segura, trazendo benefícios de segurança nos acessos e transporte de dados.

Essa privacidade de navegação possibilita a empresas e órgãos governamentais protegerem os seus dados confidenciais, fazendo dessas ferramentas mais uma camada de segurança do sistema de proteção que guarda a infraestrutura corporativa.

Alguns mitos da conexão VPN surgiram e, neste post, vamos desmitificar os mais relevantes. Confira!

1. As VPNs foram criadas para estimular as atividades ilegais

O objetivo da VPN não é facilitar atividades ilegais, mas proteger a privacidade de usuários que não querem ser rastreados, por exemplo pelo fato de se tornarem reféns de algoritmos de publicidade que mapeiam os seus hábitos de navegação, além de proteger a troca de dados entre servidor e navegador, deixando essas transações mais seguras.

Uma boa VPN oferece uma central de controle, que permitem ao usuário ter um entendimento preciso da forma como a sua navegação está sendo exibida ao mundo externo. Assim, o usuário pode ter uma visão abrangente sobre a quantidade de dados que consome. Além de monitorar a velocidade que navega.

Essas ferramentas só provam que as VPNs são ferramentas que tem como objetivo o bem-estar do usuário que deseja ter uma navegação segura, e não beneficiar criminosos.

2. O uso de uma VPN me manterá 100% anônimo

Esse mito completa a desmistificação do anterior, pois as VPNs potencializam a capacidade de segurança e anonimato, mas dependem da combinação com outras ferramentas e de no mínimo uma pessoa que tenha que bom conhecimento em TI. Entenda algumas situações em que o VPN pode perder a sua potencialidade de proteção à identidade:

  • uma VPN não te protegerá se o servidor que estiver acessando tiver comprometido;
  • não o protegerá contra a engenharia social;
  • não protegerá sua privacidade se você mesmo não o fizer;
  • VPNs não o protegem contra malwares.

Ou seja, para uma empresa ampliar a proteção de seus dados, além do uso de VPNs, ela deve contar com outras ferramentas de proteção contra malwares e, principalmente, desenvolver uma política de segurança interna com processos e treinamentos que criem uma cultura sólida nesse sentido

3. VPNs reduzem a velocidade de conexão

Outro mito bastante difundido é o que coloca a VPN como um limitador de desempenho da rede. Isso tem a ver com 2 motivos. O primeiro, é que muita gente não consegue entender a dinâmica de ter um servidor intermediário entre o computador do usuário e o servidor de destino. O segundo fator que colabora com esse mito é a confusão que muitos fazem entre Proxy e VPN.

Os Proxys públicos e gratuitos são utilizados por um grande número de pessoas e limitam os seus recursos para garantir acesso a todos internautas. Já VPNs, quando você contrata, te dão o respaldo contratual para garantir um bom desempenho.

4. Todas as VPNs são iguais

Outro mito que não se sustenta é o que diz que todos os VPNs são iguais, não importando se é gratuito ou pago. Todos sabemos que o principal objetivo dessa ferramenta é criptografar as suas conexões, mas quem garante essa criptografia? É o provedor de cada VPN! Isso significa que a efetividade de uma rede VPN depende de quem disponibiliza o serviço.

Os principais provedores de VPN oferecem criptografia segura, principalmente os provedores que são líderes do setor. O conhecimento sobre os mitos da conexão VPN é essencial para evitar problemas de segurança nas empresas. Na verdade, o intuito dessas redes é criptografar e proteger os dados que trafegam pela internet e tornar o uso corporativo da web muito mais seguro.

Agora que você já conhece os principais mitos, entenda de uma vez por todas como uma conexão VPN contribui para o crescimento de seu negócio. Confira!